sábado, 20 de março de 2010

Uma visita dramática







Quando vamos ao teatro, compramos o bilhete e na hora do espectáculo, procuramos o nosso lugar e apreciamos o trabalho dos actores.
Dia 16 de Março de 2010, os alunos que frequentam a Oficina de Expressão Dramática, viveram uma experiência diferente durante a visita de estudo ao Teatro Municipal de Almada.
Acompanhámos a guia pelo corredor onde se encontram expostos cartazes de muitas das peças postas em cena e visitámos a exposição com trabalhos em vídeo e pintura - ”Páginas à procura de uma Lombada, Homens à procura de uma Morada -”, de Jorge Reis.
A visita prosseguiu e entrámos numa sala onde actores da Companhia faziam um ensaio. Ficámos a saber que os ensaios são organizados e é afixado um calendário dos locais de ensaio pois estão a preparar peças diferentes.
Como verdadeiros actores estivémos no cenário de duas peças, uma ainda em cena até dia 20 Março – Comédia Mosqueta_ e outro de uma peça que vai estrear em breve – Tunning. Desta peça, vimos também a maquette do cenário, trabalho indispensável à montagem do cenário final.
As emoções fortes também fizeram parte desta visita, quando após a descida até ao piso -4 onde vimos um enorme elevador hidráulico que serve para levantar o palco – que tem 19 metros na boca de cena e 22 m de profundidade - ou parte dele, consoante a peça, subimos à altura de 42 metros, onde se encontram gradeamentos sobre o palco, que servem para sustentar os muitos holofotes e robots de iluminação.


A visita incluiu ainda uma ida ao enorme guarda-roupa desta Companhia de Teatro com 30 anos e uma visita à régie. Aí o senhor Horta explicou como funcionam o som e a iluminação num espectáculo teatral.

O tempo passou rápido e uma hora e meia depois, estávamos a sair daquele local onde acontece magia sempre que as luzes se apagam e nos perto de 400 lugares, espectadores atentos assistem a uma peça.
A partir de hoje, nós conhecemos os ingredientes necessários para que essa magia aconteça!

Os alunos da Oficina de Expressão Dramática

sexta-feira, 19 de março de 2010

Como a I República foi ambientalista antes do ambientalismo


Lisboa, 19 mar (Lusa) - As festas da árvore, que antecederam a comemoração do dia da árvore, concentraram simultaneamente o cunho ambientalista e a preocupação com a educação da I República, explicou hoje à Lusa a historiadora Maria Cândida Proença.
"A I República tinha um cunho ambientalista, embora na época este conceito não tivesse o mesmo entendimento que atualmente", explicou a historiadora à Lusa.

As comemorações do dia mundial da árvore, que se assinala no domingo, foram este ano ligadas às comemorações do Centenário da República, com a plantação de diversas "árvores do centenário", uma das quais pelo Presidente da República, Cavaco Silva, nos jardins do Palácio de Belém.